O Natal chegou, e cada vez é assim, nas luzes das velas que se acendem, uma chama de esperança dentro de nosso ser resplandece. Renasce em nós a vontade de que tudo dê certo, de que o que de ruim aconteceu, seja uma pálida lembrança que não mais interfira em nada para os planos futuros. É o milagre do recriar-se, do reinventar-se, do nascimento, renascimento de Cristo em Nós!

Jesus veio a este plano material, ser um de nós, com um propósito definido de nos trazer Salvação. Mas, o que significa isso? Parece algo tão etéreo, tão distante de nós. A grandeza da manjedoura se refaz de maneira vívida em nós, em tempos difíceis e turbulentos, tempos em que os olhares pressurosos se voltam ao prolongamento da vida diante de uma cruel enfermidade que já ceifou milhares de almas. Há os que são indiferentes sim, como naquela noite de Natal, que continuavam sua vida como sempre, apesar de uma estrela diferente estar brilhando no céu, anunciando que a Grande Luz tinha vindo a este mundo. São pessoas que não se comprometem com a vida, com a família, com o trabalho, com a comunidade, com nada! Vivem como se não existissem, sem perspectivas e nem horizontes, apreciando apenas os prazeres momentâneos que dinheiro, fama, poder, riqueza e todo este rol de coisas podem oferecer.
Cristo novamente chega com seu brilho, um brilho diferente de tudo isso, para dissipar as trevas. Porém, muitos preferem a ignorância à verdade e desprezam a presença do pequenino que não passa de um menino qualquer para aqueles que não o recebem. Onde está a manjedoura agora? Está dentro da consciência daquele que acolhe a luz do discernimento e da sabedoria, do conselho e da fortaleza, da ciência e da piedade e, especialmente, do Santo Temor de Deus, um temor que não é medo, mas é aceitação da verdade de Deus para as nossas vidas.

Ao olharmos o Natal e sua expressão tão lindamente recriada pela primeira vez no presépio de São Francisco de Assis, retratamos personagens que representam cada um de nós, que a eles se juntam nesta Noite infinita, pois o Natal não pode ser considerado apenas um momento na História, mas deve ser visto por nós, como uma nova atitude para a nossa existência. Os três magos se aproximando guiados pela estrela da fé ardente recordam que é preciso buscar as coisas do Alto para nos guiar na escuridão do mundo. Os pastores que apascentavam seus rebanhos, mas que foram convocados pelos Anjos, deixando para trás o que lhes prendiam nos lembram que é preciso colocar Deus no centro de nossa existência e não apenas preocupar-se com seus ganhos materiais. Os anjos anunciando nos mostram que conectados com Deus podemos anunciar boas novas em meio às crises constantes que surgem no horizonte de nossas vidas. Maria, a mãe do Sim, do compromisso, mostrando que vale a pena confiar na Providência. José, o Pai escondido, que faz brilhar a luz de sua humildade no cumprimento da justiça e da vontade de Deus. E os animais, criaturas de Deus, cuja própria existência já é um louvor aos céus.

A Noite de Natal é ainda encantadora porque nos arremessa ao grandioso contexto da Felicidade de Deus para o Mundo, pois a Salvação já não está tão distante como tantos imaginam, mas vive e convive dentro de nós, simplesmente quando somos cativados pelo Amor que nunca morre. Sonhos sucumbem quando tristezas vêm. Saudades consomem quando pessoas amadas se vão. Mas nas turbulências dessas idas e vindas, desses vai e vem, a alegria do Senhor é a nossa força e a nossa inspiração para seguir sempre avante.

Feliz e abençoado Natal e um novo ano de oportunidades e crescimento!

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